Theta no mercado de opções

O mercado de opções é um pouco mais complexo que o mercado de ações, devido o fato deste possuir diversas regras a serem entendidas, para assim, de fato podermos realizar operações nele. Por exemplo, uma ação não tem prazo de validade, já uma opção tem e se você compra uma opção e não...

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Qual é seu perfil de investidor?

Posted by admin | Posted in Estratégias com ações | Posted on 05-03-2012

Tags:curso de análise gráfica, investidor agressivo, investidor conservador, perfil de investidor

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No mercado de renda variável, existem várias formas de investimento permitidos e conforme são identificadas essas opções as quais são realizadas as aplicações podemos identificar perfis de investidores.

Você iniciante, provavelmente que deseja o conhecimento do mecanismo de ação, deve ser um investidor cauteloso (conservador) permitindo-se sempre evitar riscos maiores para conhecer mais e mais o mercado para se tornar um investidor experiente.

A decisão de investir é uma alternativa que define a escolha por crescimento e a forma em que será aplicado seus rendimentos definirá o resultado que se deseja obter .

Existem três tipos de investidores que podem ser definidos pelas ações as quais estão dispostos em relação aos riscos e as formas de aplicação :

Conservador:  O cliente conservador é aquele que se define pela preferência na segurança de suas aplicações. Geralmente o conservador enxerga os riscos como possibilidades reduzidas de ganhos e assim, varia seus investimentos na opção pela renda fixa, considerando sempre os juros baixos que suas aplicações estão expostas e assim também com menos ganhos. Podem também assumir pequenos riscos no mercado de ações colocando pequenas parcelas de sua renda na compra de ativos.

Dinâmicos (Agressivos): O cliente dinâmico assume riscos maiores, estando disponível a exposição de investimentos com estratégias que envolvam maiores riscos em que podem oferecer melhores oportunidades no mercado de ações medidas de curto a médio prazo. A rentabilidade no mercado de ações é a busca maior por esses clientes, mas podem considerar parte de seus investimentos também na renda fixa, tendo em vista que é sempre muito arriscado investir 100% de um patrimônio financeiro evitando um fundo de segurança como controle . Alguns exemplos de investimentos arriscado pode ser reconhecido pelas aplicações de day trade e venda descoberta.

Moderado (estratégias moderadas): É aquele investidor que atua de forma a investir tanto na renda fixa como na renda variável, procurando sempre caminhos seguros que ao mesmo tempo forneça uma rentabilidade considerável. Procura rentabilidades acima da média e considera a segurança como opção para investir.  Exemplo de investimentos moderados : fundos de renda fixa, fundos balanceados, títulos públicos.

Seja qual for sua característica de investidor, tenha sempre em mente a forma de atuação segura para seu patrimônio, garantindo sempre uma posição de antecipação a riscos desnecessários. Analisando os riscos de se aplicar de forma aleatória se obtém um quadro do que realmente compensa naquele momento. Portanto não invista por investir, trace os objetivos a serem alcançados, planeje os riscos de se atuar em determinado mercado verificando suas possibilidades e oportunidades, confira a situação e tenha sempre seu capital garantido.

Para qualquer tipo de investidor, conservador, moderado, agressivo, etc, é recomendável fazer um curso de análise gráfica pois o curso ensina além de trabalhar com gráficos, mas também mostra que todo investimento que você faz, assim como tudo que você faz na vida, precisa ter um objetivo. Não se compra uma ação por comprar, por achar que ela vai subir, é o seu dinheiro que está em jogo, portanto é necessário aprender a investir com objetivo, técnica e profissionalismo.

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A importância da análise técnica

Posted by admin | Posted in Estratégias com ações | Posted on 08-01-2012

Tags:a importância da análise técnica, análise técnica, resistência, suporte

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Todo investidor preocupado em obter total controle sobre seus rendimentos, necessita conhecer meios pelos quais poderá identificar momentos de importância dentro do mercado, ou seja, sabendo identificar momentos para que se realize uma operação e se obtenha resultados satisfatórios.

A ferramenta que estou a dizer é a “análise técnica” e sua estrutura para identificação daquilo que nos interessa. O investidor utiliza essa ferramenta gráfica e com ela é possível acompanhar o comportamento de determinado ativo por meio de seus “zig-zags” os quais a forma em que são representados nos indica uma LT (linha de tendência) para anteciparmos alguma posição em que nos encontramos.

Esteja certo que, essa ferramenta é muito utilizada e saber usá-la a favor da forma em que você investe atualmente é decisiva para colher resultados. Você que é um investidor iniciante, precisa saber que não basta ter em mente a empresa que vai investir seu capital sem antes ter consultado a forma em que atua essa empresa. As formas que devem ser analisadas determinam as influências que seus investimentos terão podendo ser positivos ou negativos.

Sempre digo que não vale a pena entrar no mercado arriscando muito para ganhar pouco e que sua entrada só deve ser feita se antes foi possível constatar melhor Risco x Ganho para esse ativo. Dentre os aspectos a serem analisados em uma empresa está no produto que trabalha, liquidez de mercado, impacto econômico, histórico dos últimos períodos, relatórios trimestrais de resultados comparativos em relação a outros períodos etc.

A análise técnica identifica exatamente esses pontos de comportamento em que uma ação está passando conhecidos como:  suportes e resistências.

Suporte: É quando a ação para de cair, e volta a subir. O suporte nesse caso representa o menor ponto no gráfico desde que a ação parou de cair e retomou a subida. Ex: Se a ação estava em R$ 22,00 e caiu para R$ 21,20 e voltou a subir, o suporte está no preço R$ 21,20.

Resistência: É o contrário de suporte, quando a ação sobe até um ponto e a partir dai começa a cair, nesse caso resistência é o maior ponto que a ação chegou pra depois começar a cair. Ex: Se a ação estava em R$ 22,00 e subiu para R$ 23,00, e depois voltou a cair, a resistência seria R$ 23,00.

Podemos perceber dentre esses comparativos que o mercado nunca se movimenta em uma linha reta , mas sim de forma oscilatória onde seu comportamento gráfico mostra momentos de alerta que o investidor pode tomar em conhecimento para alcançar resultados e se proteger.

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Quais os efeitos da crise econômica?

Posted by admin | Posted in Principal | Posted on 11-12-2011

Tags:crise financeira, crise na bolsa de valores, efeitos da crise econômica

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O Atual problema que estamos vivendo pela economia mundial é muito sério e seus efeitos estão em escalas alarmantes para todos os países. A chamada “Dívida Pública” contraída pelos países mais ricos do mundo. Depois da crise de 2008, a crise do “subprime” que provocou forte endividamento aos bancos e instituições da economia norte-americana e que resultou em influências para uma crise financeira global que pode ser verificada pelo desaquecimento econômico dos países mais desenvolvidos e pelos índices de desemprego divulgados. Agora existe um novo risco que tornou-se público para todo o mercado que foi a dívida da Grécia .

Na verdade o que está provocando tal instabilidade mundial ?

O governo grego a alguns anos vem realizando gastos desordenados e contraindo dívidas internas que exigiram medidas de reajuste para estabilização e acordo econômico. Mas isso não aconteceu. A Grécia gastou mais do que produzia superando um déficit orçamentário de 13% em relação a  seu PIB . O mundo ainda se recuperando da crise econômica de 2008 somando-se aos fatores desproporcionais do próprio país provocou maior recessão. Resultados: dívida pública, impostos altos as próprias pessoas, falta de transparência na divulgação de dados sobre o déficit orçamentário, desemprego, empresas falindo e outras deixando de produzir, protestos contra as ações do governo e a falta de soluções políticas necessárias de instante dessa causa.

Tendo em vista esses problemas, foi levantada a hipótese dos riscos que o país estava sofrendo e de possíveis suspensões de pagamentos pelo próprio governo grego difundindo-se assim a crise de agora. Essa situação ficou maior pela falta de cooperação e transparência do país em divulgar os dados de suas dívida causando ainda mais descréditos em torno do bloco e de que o país estava pior do que parecia com sua real situação. A UE(União Européia) em ajuda realiza empréstimos direto ao Banco Central Europeu e visa uma medida de prevenção contra a ausência de fluxo financeiro no país. Portugal e Espanha para não serem prejudicados adotam medidas de proteção interna.

Agora vemos que a dívida se multiplicou e causou o rebaixamento na nota de classificação dessa dívida. O FMI(Fundo Monetário Internacional) em 2010 procura estabelecer um pacote de medidas junto aos países europeus na tentativa de evitar um bloqueio da economia grega. Nessa fase de negociação com incapacidade de estabelecer um acordo entre as maiores potencias do mundo, aumenta-se as tensões nos mercados conspirando ao que estamos vivendo hoje desde então.

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Theta no mercado de opções

Posted by admin | Posted in Estratégias com opções | Posted on 19-11-2011

Tags:gama, opções, theta, valor do tempo, vega

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O mercado de opções é um pouco mais complexo que o mercado de ações, devido o fato deste possuir diversas regras a serem entendidas, para assim, de fato podermos realizar operações nele. Por exemplo, uma ação não tem prazo de validade, já uma opção tem e se você compra uma opção e não vende ela antes do seu prazo de validade (strike, exercício), você simplesmente perde o dinheiro que usou para fazer essa compra.

A opção é derivada de sua ação, por isso o mercado de opções também é conhecido como mercado de derivativos. O preço da ação oscila de acordo com a lei da oferta e demanda, expectativas da empresa, gráfico, entre muitos outros fatores. O preço da opção oscila, de acordo com o preço da ação além de umas variáveis conhecidas como gregas (delta, gama, vega, theta). Nesse post vamos falar apenas da theta. Para explicarmos sobre essa grega, vamos tomar como exemplo os preços de fechamento da OGX hoje:

OGXP3 = R$ 13,94
OGXPL14 = R$ 0,73

O valor de uma opção é igual ao valor do ativo subjacente – o preço de exercício da opção + aproximação do vencimento, no caso acima então seria, OGXPL14 = 13,94 – 14,00 + 0,035% x dias para o vencimento da opção. Faltam 21 dias para vencer a opção acima, se fizermos 0,035 x 21, vamos chegar a R$ 0,73. Em resumo, o theta é o valor do tempo, é essa ultima conta que fizemos 0,035 x 21, é um valor de expectativa apenas, conforme for se aproximando do vencimento e a ação permanecer em R$ 13,94 por exemplo, a opção vai cair porque a conta vai ser, 0,035 x 20, 0,035 x 19. Com isso, podemos ver que se a ação não subir, a opção tem grandes chances de cair porque o theta será cada vez menor, é só substituir a quantidade de dias para o vencimento da opção na equação acima para ver como ela pode cair em média, mesmo a ação se mantendo em R$ 13,94.

Operar comprado, opções OTM é muito arriscado, pois se a ação cair nós perdemos, se a ação manter o preço (nem subir, nem cair) perdemos um pouco do theta com a aproximação do vencimento, sendo assim, nossa única chance de obter lucro operando comprado opções OTM seria da ação subir muito, em pouco tempo. Realizar operações vendidas como a borboleta, venda coberta de opções, trava de baixa, entre outras que se utilizam do theta da opção para obter lucro, é sempre uma boa alternativa, pois ao longo dos dias sua operação tem mais chances de dar lucro já que nesse caso, o tempo será o maior aliado do seu investimento.

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O que é rolagem?

Posted by admin | Posted in Estratégias com opções | Posted on 28-10-2011

Tags:rolagem, rolagem de série, rolar strike, rolar venda coberta

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Rolar ou não rolar, eis a questão. Para quem opera opções e realiza operações vendidas, sempre se depara com essa dúvida no momento que a parte vendida, se aproxima do exercício. A rolagem é uma forma de escapar do exercício, ou de corrigir a ponta vendida caso você tenha vendido errado, é necessário efetuar uma rolagem para baixo ou para cima. Podemos fazer rolagem para mudar a série da opção e rolagem para mudar apenas o strike da opção, geralmente numa venda coberta, é feita a rolagem de série. Vamos a um exemplo abaixo:

Supondo que tenho 400 PETR4 valendo R$ 20,00, e vendi 400 PETRA21 a R$ 1,00. Então estou com saldo positivo de R$ 400,00. Vamos supor que próximo ao dia do vencimento, as PETRA21 estarão valendo R$ 1,10 e as PETRB21 estarão valendo R$ 2,20 (devido o valor do tempo). Como eu não quero ser exercido, eu compro novamente as PETRA21 gastando agora R$ 440 – R$ 400 (R$ 40,00) e eu vendo 400 PETRB21 a R$ 2,20 embolsando R$ 880,00 – R$ 40,00 (R$ 840,00).

Com essa rolagem, eu me livrei do exercício para este mês, e se no mês que vem a PETR4 se manter abaixo de R$ 21,00 não será necessário fazer a rolagem de série. Além da rolagem de série, da pra simplesmente encerrarmos a posição vendida também, apenas recomprando, assim ficamos sem obrigação nenhuma e podemos vender as ações ao preço que quisermos, nesse caso o nome não é rolagem é apenas liquidar posição vendida.

Se no decorrer da série, a ação subir muito, também podemos rolar um strike acima, ou rolar um strike abaixo caso haja muita queda, pra embolsar a diferença. Por exemplo, se vendemos PETRA21 e a PETR4 cai para R$ 19,00, podemos recomprar as PETRA21 e vender as PETRA20 que estarão mais caras, essa é uma forma de compensar um pouco a queda também.

Enfim, para resumir, a rolagem é simplesmente quando recompramos nossa parte vendida, e ficamos vendido em outro ponto. É possível fazer rolagem em qualquer operação que se baseia no mercado de opções, onde você fica vendido em alguma parte, geralmente fazemos rolagem em venda coberta, trava de baixa, borboleta.

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Swing Trade com ou sem juros compostos?

Posted by admin | Posted in Estratégias com ações | Posted on 28-09-2011

Tags:juros compostos, lucro bom é no bolso, reinvestir lucros, swing trade com juros compostos

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O tema deste post, parece bem complexo, mas essa é uma questão que todo trader se depara diariamente em seus investimentos. Quando realizamos um swing trade, dentro de alguns dias ou semanas, nosso investimento retorna o lucro ou o prejuízo. A grande questão é se vale a pena pegar esse lucro obtido e colocar na conta bancária, ou pegar o lucro obtido e reinvestir aumentando assim o número de ações e o possível rendimento no próximo trade, fazendo uma espécie de swing trade com juros compostos.

Muita gente é adepta da frase: “Lucro bom, é no bolso”, será então que essa frase vale para responder essa nossa questão? Por exemplo, ganhei agora R$ 40,00 em um trade, devo depositar esse dinheiro na minha conta ou devo usá-lo para aumentar o lucro no meu próximo trade? Vamos deixar claro que no mercado de ações, tudo é proporcional, ou seja, se essa ação pode subir 3% hoje, também poderá cair 3% hoje, então se eu usar este lucro para aumentar minha posição comprada, no próximo trade eu posso ter um lucro maior sim, mas também posso ter um prejuízo maior. Na verdade, isso é uma questão que vai de trader pra trader, mas fazendo as contas, e supondo que vamos vencer todos os trades, reinvestir os lucros é a melhor alternativa devido os juros compostos. Mas como nada no mercado de ações é garantido, as vezes guardar esse lucro obtido em algum fundo de renda fixa a longo prazo, pode compensar mais, tanto para cobertura de prejuízos quanto para futuramente montar uma carteira de dividendos a longo prazo.

A verdade é que nossos lucros obtidos no swing trade não devem servir apenas para pagar alguma conta ou gastar na hora como se fosse um lucro fácil, eles também devem ser reinvestidos afim de tornar seu investimento, algo muito mais sustentável. Lembre-se que, um lucro hoje no swing trade, pode servir para cobrir o prejuízo que você terá no dia seguinte, direcionando seus ganhos ao local certo, seu investimento tende a se tornar mais rentável, talvez não a curto prazo mas sim a longo prazo.

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Compra de Volatilidade (Boi ou Call Backspread)

Posted by admin | Posted in Estratégias com opções | Posted on 20-07-2011

Tags:boi, call backspread, compra de volatilidade, ganhar na alta e na baixa, trava de alta, trava de baixa, venda coberta

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Até agora já vimos diversas estratégias envolvendo opções, como a venda coberta, trava de alta, trava de baixa e cada uma dessas estratégias da lucro apenas em uma direção do mercado. Trava de alta da lucro quando o mercado está em tendência de alta, trava de baixa da lucro quando o mercado está em tendência de baixa, venda coberta da lucro quando o mercado está em tendência de alta podendo também dar lucro caso ele fique lateralizado, ou seja, sem alta e sem queda.

Hoje veremos uma estratégia envolvendo opções chamada de Compra de Volatilidade, mas também é muito conhecida como boi ou call backspread. Uma coisa interessante nessa estratégia, é que ela da lucro nas duas direções do mercado, ou seja, se o mercado cair ela dá lucro, se o mercado subir ela dará lucro também. Nossa, então nunca terei prejuízo? Sim, poderá ter prejuízo também, assim como toda operação na bolsa de valores, o prejuízo na compra de volatilidade acontece quando a tendência é lateralizada, ou seja, os preços nem sobem e nem descem, então com a aproximação do vencimento das opções, estas vão perdendo o valor e o lucro da operação vai caindo e se convertendo a prejuizo ou em outras palavras, o boi começa a sangrar.

A compra de volatilidade, apesar de ser uma estratégia que possui lucro tanto na alta quanto na baixa, ao se usar ela espera-se que haja uma alta no mercado, pois com o mercado em alta a operação poderá trazer lucros ilimitados, mas se o mercado vier a cair, o lucro será apenas o que você recebeu na montagem da operação. Em resumo, a compra de volatilidade consiste em vendermos opções de um strike anterior, e comprarmos o dobro de opções do próximo strike, embolsando na hora um valor pela montagem. Abaixo, vamos dar um exemplo melhor:

Supondo que PETR4 está valendo R$ 23,80, PETRA24 valendo R$ 0,90 e PETRA26 valendo R$ 0,30, vamos então montar nossa compra de volatilidade vendendo 1000 PETRA24 e com o dinheiro vamos comprar 2000 PETRA26, ficando com um saldo positivo de R$ 300,00.

A operação dará lucro ilimitado na alta, pois a parte comprada PETRA26 vai acompanhar essa alta e você poderá vendê-las com valorização e liquidar a parte vendida.

A operação dará lucro limitado na baixa, caso PETR4 se mantenha abaixo da parte vendida PETRA24, assim você não será levado para o exercício, e ficará com o valor que ganhou na montagem da operação, que foi de R$ 300,00.

A operação dará prejuízo, caso PETR4 suba devagar ou fique lateralizada, isso fará com que o theta das opções compradas (valor do tempo) vão caindo com o passar dos dias devido elas estarem OTM sofrerão maior influência do theta, isso é bem conhecido como “boi sangrando”.

Antes de realizar essa estratégia, fique bem atento a todas as regras do mercado de opções, ela é indica apenas para quem já possui grande conhecimento em opções e conhece os fatores que influenciam os preços das opções, para entender melhor o prejuízo na compra de volatilidade (boi sangrando) entenda a variável theta e sua influência em opções OTM.

 

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A influência da análise fundamentalista

Posted by admin | Posted in Principal | Posted on 29-06-2011

Tags:análise fundamentalista, bolsa de valores, influência da análise fundamentalista, lpa, mercado de ações, setor econômico, vpa

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Sabemos que no mercado de ações, os preços das ações são afetados principalmente pela lei da oferta e demanda, a qual consiste no princípio de que quando há mais compradores, a ação tende a subir e quando há mais vendedores, a ação tende a cair. Fora isso, existem outros fatores que também podem ocasionar a queda de uma ação sem haver muitos vendedores assim, que é a falta de liquidez do ativo, algum vendedor pode precisar do dinheiro e poderá ceder a primeira oferta de compra do mercado, a qual poderá ser muito abaixo do valor de mercado.

Como podemos ver, basicamente uma ação então cai quando há mais vendedores, claro que se a ação tiver muita liquidez ela tende a cair um pouco mais devagar pois as ofertas de compra acabam segurando um pouco essa queda. Muitos desses vendedores são influenciados por dois tipos de análise, a análise gráfica e a análise fundamentalista.

A análise fundamentalista, possui grande influência sobre a ação, pois existem muitos investidores que se baseiam nela, para determinar o rumo de suas ações, eu mesmo em uma época decidi investir a longo prazo em uma empresa cujo setor econômico é muito promissor para o futuro, no entanto fui analisando fatos relevantes e tudo mais que o setor de RI (Relações com Investidores) lançava no portal, fiquei descontente pois a empresa estava passando por problemas na justiça e eu junto com muitos outros investidores, resolvemos vender as ações e partir para outra empresa com futuro mais promissor, com essa saída em massa devido problemas na justiça, as ações caíram mais de 22% na época. Não vou citar a empresa.

No caso acima, quando a ação começou a cair, ela desrespeitou conceitos que vemos em análise gráfica como por exemplo, sua tendência que era de alta, seus suportes foram se perdendo e muito mais, devido a saída dos investidores fundamentalistas da empresa que passaram a desacreditar no seu futuro, com o surgimento dos problemas judiciais e o risco de a empresa até entrar em falência. Isso nos mostra que para ficarmos a longo prazo em uma empresa, a análise fundamentalista possui grande influência na tomada de decisões e deve ser respeitada sempre.

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Onde posicionar meu stop?

Posted by admin | Posted in Estratégias com ações | Posted on 07-06-2011

Tags:bolsa de valores, onde posicionar meu stop?, proteção com stop, stop, stop loss, stops no suporte, usando stops

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Muitos investidores que estão começando agora na análise gráfica, se perguntam coisas como, qual o preço que devo comprar uma ação, qual o preço que devo vender pra conseguir o lucro, só que a maioria ainda se esquece de posicionar um preço de stop, em caso de a operação dar errado qual preço devo posicionar meu stop para que a perda seja menor?

A verdade é que não existe exatamente um preço específico para posicionar o stop, pois isso obviamente varia de ação para ação, mas o conceito de posicionar o stop em um determinado preço deve ser adotado por todo mundo, afinal as chances da operação dar prejuízo não são nulas, o que muita gente erra nesse ponto é a confiança exagerada e aquele pensamento de que a ação não vai mais cair, portanto não preciso de stop, porém é aí que mora o perigo.

Todo mundo deve usar stop, e o ideal é posicionar o stop em um preço um pouco abaixo de um suporte, por exemplo:

PETR4 está valendo R$ 28,00, e possui um suporte em R$ 27,80 e uma resistência em R$ 28,40 então nós compramos o ativo em R$ 28,00 e colocamos imediatamente um stop em R$ 27,60, em caso da PETR4 cair e não respeitar o suporte provavelmente nosso stop poderá ser ativado, fazendo com que fiquemos com um prejuízo limitado.

Mas por que colocamos em R$ 27,60 sendo que o suporte é R$ 27,80? Muita gente costuma colocar stop um pouco mais próximo do suporte, e obviamente o suporte não está exatamente em R$ 27,80 mas sim próximo a essa faixa de preço, ou seja, se colocarmos nosso stop a R$ 27,80 exatamente, há o risco também de tomar uma violinada.

O que é violinada? Violinada é quando por exemplo, compramos uma ação a R$ 26,00 e 2 minutos depois ela cai pra R$ 25,00, então revoltados nós vendemos a ação a R$ 25,00 mesmo achando que ela vai cair mais, e de repente ela volta a R$ 26,00 e começa a subir pra sempre. Claro que esse exemplo, é um pouco exagerado, mas violinada é isso, quando vendemos a um preço, e de repente ela volta a subir forte, nos deixando a ver navios.

Por que você acha que quando uma ação perde suporte, ela costuma cair mais? Exatamente por isso, muitos investidores colocam stops próximos ao suporte, e com a queda da ação nessa faixa de preço muitas ordens de stop são ativadas, sendo que a maioria é ordem de venda, então com isso o preço cai mais ainda, o mesmo vale para o conceito de resistência.

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Jovem cujo patrimônio cresceu 50 vezes na crise

Posted by admin | Posted in Principal | Posted on 24-05-2011

Tags:estudante de economia, investimentos em opções, José Pedro Hipólito, jovem multiplica patrimônio, multiplicou o patrimônio

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Nesse post, vamos comentar um pouco da entrevista abaixo com José Pedro Hipólito, um jovem estudante de economia da USP, que através da bolsa de valores, multiplicou seu patrimônio em 50 vezes. Ou seja, se inicialmente ele tinha 10 mil reais, no final ele terminou com 500 mil reais. Confira o vídeo logo abaixo:

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